O CACAM e a perversidade do Prefeito Daniel Alonso

O CACAM e a perversidade do Prefeito Daniel Alonso

Por @eng.robertomonteiro

O CACAM foi fundado por um grupo de abnegados como instituição de acolhimento em 01 de julho de 1992. Com 32 anos de atividade, é uma casa venturosa que atende bebês, crianças e adolescentes, acolhendo indivíduos de 0 a 17 anos. A instituição tem parcerias com a prefeitura, a rede de rotarianos e várias empresas socialmente responsáveis, além de contar com o apoio do juiz da vara da infância e juventude.

As crianças e adolescentes são encaminhadas ao cacam por diversos fatores, como abandono, ausência dos pais por doença, dependência química, reclusão ou transtorno mental, órfãos devido à morte dos pais, vítimas de violência doméstica e exploração sexual, mendicância, vivência de rua e guarda irregular, entre outros.

Foi criado para oferecer um ambiente acolhedor e condições para atendimento integral e ininterrupto, objetivando o desenvolvimento físico, emocional, intelectual, psicológico, social, familiar e psicomotor.

É inacreditável. A incompetência de daniel alonso como administrador, com 80% de rejeição, é amplamente reconhecida. A decisão inédita de intervir em uma instituição de grande relevância, como o cacam, que está sob intervenção da prefeitura de marília, revela sua faceta perversa e desumana. Assim como os aposentados, que não recebem seus pagamentos em dia, o cacam também sofre com a falta de repasses.

Dr. Flávio zambom, advogado do cacam denunciou ao ministério público a superlotação e o não cumprimento das obrigações contratuais da prefeitura e a intervenção parece ser uma tentativa de silenciar a instituição após essas denúncias.

O atraso nos repasses é a mordaça das instituições que lutam pelos vulneráveis.